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Negro Artista da Dança, paulista de berço e mineiro de criação, com mais de 20 anos de atuação no campo artístico-político-cultural. Mestre em Artes Cênicas e primeiro homem negro bacharel em Dança pela Universidade Federal de Uberlândia, desenvolvo investigações sobre a dramaturgia do corpo negro e o Racismo Dramatúrgico Indireto, conceito que atravessa meu percurso

artístico-político-acadêmico.

Crio arte com danças negras como Funk, Axé, danças da Cultura Hip Hop e danças da Cultura Ballroom, especialmente Vogue Femme, Old Way e Sexy Siren. Atuo como dançarino, coreógrafo, professor, improvisador, dramaturgista e diretor audiovisual, transitando entre dança, fotografia, vídeo e processos de criação híbridos.

Minha prática articula corpo, identidade, território, presença negra e memória como potência criativa, expandindo essas relações para múltiplos formatos cênicos e visuais. Premiado pela Política Nacional Aldir Blanc por minha trajetória no campo da dança, sigo desenvolvendo pesquisas, obras e ações formativas que fortalecem a produção negra nas danças afro-pindorâmicas-brasileiras.

Sobre
Áreas de Atuação

ÁREAS DE ATUAÇÃO

Minha atuação profissional se organiza a partir da dança como eixo central de pensamento, criação e prática. É a dança que estrutura meus modos de ser-estar no mundo e atravessa as diferentes áreas em que atuo, expandindo-se para contextos artísticos, pedagógicos, acadêmicos e visuais.

Atuo como arte-educador, dançarino, coreógrafo e professor de dança, compreendendo o corpo e o movimento como campos de conhecimento, escuta e elaboração crítica. No audiovisual e nas artes visuais, desenvolvo trabalhos que partem da dança como força motriz, utilizando a imagem, o vídeo, a fotografia e a arte impressa como plataformas para a expansão da manifestação da dança, da presença e da dramaturgia do corpo.

Minha produção acadêmica-artística-pedagógica dialoga diretamente com esses fazeres, articulando criação, ensino e pesquisa a partir de perspectivas críticas sobre corpo, identidade, território e negritude. As áreas apresentadas a seguir não se organizam como campos isolados, mas como desdobramentos de um mesmo percurso, no qual a dança sustenta e expande os modos de criar, ensinar e produzir arte em diferentes contextos.

A Casa de Àkàrà é um espaço artístico-político-cultural dedicado às tecnologias travestis da Cultura Ballroom e às danças negras no Triângulo Mineiro. Seu nome faz referência a Oyá e ao itan em que Xangô oferece o àkàrà, evocando a força dos ventos, da transformação e do movimento que atravessam os corpos dissidentes e suas potências de criação.

Fundada por Alexandre Roiz, Whander Allípia e Lara Barcelos, a Casa nasce como território de formação, criação e acolhimento, afirmando corpos negros, dissidentes e periféricos como centros de produção de conhecimento e potência criativa.

Atualmente, sob coordenação de Alexandre Roiz e Lara Barcelos, a Casa desenvolve treinos, formações, processos pedagógicos e ações comunitárias que atravessam dança, identidade e política. Sua atuação constrói um fazer Ballroom fora dos grandes centros urbanos, fortalecendo uma cena interiorana insurgente e comprometida com autonomia, ética e cuidado coletivo.

A Casa de Àkàrà articula corpo, território e ancestralidade transcestral em diáspora, criando espaços seguros de pertencimento, afetividade e invenção para danças negras e LGBTQIAPN+ no Brasil.

Em dezembro de 2024, recebeu Moção de Aplauso da Câmara Municipal de Uberlândia, em reconhecimento ao impacto cultural e à valorização da Cultura Ballroom na cidade e região.

Residêncas

RESIDÊNCIAS
ARTÍSTICAS

As residências artísticas que integram meu percurso constituem um campo fundamental de formação, criação e deslocamento. Ao longo dessas experiências, o corpo em dança foi atravessado por diferentes metodologias, contextos políticos, geografias e modos de produção, consolidando um fazer artístico comprometido com processo, escuta e transformação.

Participei da Residência Artística Internacional Movimento Lúcido (2025, Salvador/BA), proposta por Lucio Baglivo; da Residência Preta Nacional – PEMBA | Dos Brasis (2022, on-line), com curadoria de Igor Simões e Hélio Menezes; da VIII Mostra de Intérpretes Criadores – ÉaquiÓ (2022, Brasília/DF), realizada pelo Núcleo Alaya Dança, com condução de Rui Moreira e consultoria dramatúrgica de Tuca Pinheiro; do processo de imersão artística do espetáculo O Corpo Poderia Se Chamar Aqui (2019, Uberlândia/MG), criação de Zé Reis, desenvolvido com o Provisório Corpo Grupo de Dança da Universidde Federal de Uberlândia (UFU), sob coordenação da docente Ricard@ Alvarenga; da residência internacional RECONSTRUCCIÓN – Criadores Negros na Dança (2019, Rio de Janeiro/RJ); do laboratório e residência RaSHa Show (2017, Campinas/SP), com direção de Izabelle Frota, Cleyde Silva e Yang Dallas; da Residência Artística “58 indícios sobre o corpo – Versão Brasil” (2016, Uberlândia/MG), projeto de performance e residência dirigido por Emilio García Wehbi; da intervenção urbana CEGOS (2016, Uberlândia/MG), do Desvio Coletivo; da Residência Artística Performance – PARALLELA arte.corpo.performance (2016, Uberlândia/MG), com Henrique Saidel; e da residência A urgência da ineficiência no processo criativo em dança contemporânea (2016, Uberlândia/MG), conduzida por Tuca Pinheiro.

Essas vivências, realizadas em contextos locais, nacionais e internacionais, aprofundaram investigações sobre dramaturgia em dança, improvisação, performance, presença cênica e corpo negro como território político e poético. Mais do que espaços de produção de resultados, as residências operaram como zonas de instabilidade e invenção, nas quais o processo se afirma como valor central da criação e reverbera continuamente nos trabalhos artísticos que desenvolvo.

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ALEXANDRE ROIZ

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